Ayam Ubráis Barco

A Ponte

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Mais um dia roubado da morte
Não se trata de sorte prá adivinhar cartas marcadas
De tudo aquilo que tiver de guardar
Guarda o teu coração, pois dele que virá todas as certezas

O que sei é que já fui muitas vezes essa multidão

De achados e perdidos
Desencontrados de si próprios
Afundados na indiferença dos próximos distantes
E já fui os dedos esfolados
Nos acordes do bluseiro enganado e
Cometi vários crimes que não cometi

¿Fazer o quê
Quando se é tudo que inventaram e
Nem ao menos lhe disseram?

Na contramão do caminho
Machucado por tanto espinho
Você não vai estar sozinho
Pois todos os que aqui estiveram nunca nos deixaram, estão entre nós
Sempre a declarar
Um dia ela há de voltar
Sempre a declamar
Um dia ela há de voltar

¡Vem que você ainda pode lutar!
¡ Vem... você ainda pode mudar!
¡Vem que você ainda pode amar!
¡Vem que você ainda pode mudar!
¡Vem... você ainda pode amar!
¡Vem que você ainda pode lutar!